Links importantes

       O Arquivo Nacional, criado em 1838, é o órgão central do Sistema de Gestão de Documentos de Arquivos-SIGA, da administração pública federal, integrante da estrutura do Ministério da Justiça. Tem por finalidade implementar e acompanhar a política nacional de arquivos, definida pelo Conselho Nacional de Arquivos - Conarq, por meio da gestão, do recolhimento, do tratamento técnico, da preservação e da divulgação do patrimônio documental do País, garantindo pleno acesso à informação, visando apoiar as decisões governamentais de caráter político-administrativo, o cidadão na defesa de seus direitos e de incentivar a produção de conhecimento científico e cultural.

       A Fundação Biblioteca Nacional oferece aos seus usuários a HEMEROTECA DIGITAL BRASILEIRA, portal de periódicos nacionais que proporciona ampla consulta, pela internet, ao seu acervo de periódicos – jornais, revistas, anuários, boletins etc. – e de publicações seriadas.

Página das redes sociais, com o objetivo de divulgar a história da cidade de Niterói através de imagens. 

       O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) GCSE • MHSE • MHIH • GCIP é a mais antiga e tradicional entidade de fomento da pesquisa e preservação histórico-geográfica, cultural e de ciências sociais do Brasil, fundado em 21 de outubro de 1838. O Instituto foi criado com duas diretrizes centrais: a co­leta e publicação de documentos rele­vantes para a história do Brasil e o incentivo, ao ensino público, de estu­dos de natureza histórica. Atualmente, além de publicar a Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (RIHGB) (cuja coleção, com todo o conteúdo histórico desde sua primeira edição, de 1838, se encontra integralmente digitalizado e disponível, para livre acesso e consulta no portal do Instituto - clique aqui para acessar), o Instituto tem importante papel na preservação da memória cultural do país. Divulgando os estudos e obras de seus membros e das entidades congêneres do resto do mundo, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro permite ainda a pesquisa em seu vasto acervo.

       Projeto de História Local criado e idealizado pelo Professor Gilciano Menezes Costa, tendo como principal objetivo desenvolver, através de uma perspectiva da História Social, Política e Cultural, um trabalho de História Pública sobre o município de Itaboraí e regiões próximas. O Projeto foi iniciado em 2009 com publicações no ORKUT, sendo estendido para as listas de emails em 2011 e passando a ser realizado no facebook a partir de 2014. Ganhou o formato atual em 2017 e se expandiu para diferentes redes sociais em 2018, como Twitter, Instagram e Youtube.

      O estudo relaciona história do acontecimento e história urbana para discutir a problemática da memória nas sociedades contemporâneas. A pesquisa aborda o caso do incêndio do Gran Circus Norte-Americano, ocorrido em 17 de dezembro de 1961, na cidade de Niterói, então capital do antigo estado do Rio de Janeiro. O fato é conhecido como um dos maiores incêndios da história em termos de número de vítimas fatais, e se afirmou na memória da cidade. O trabalho tem como base fontes da imprensa e fontes orais. A análise demonstra como o acontecimento se estabelece entre história e memória e define a cidade como sentimento.

PLANOS URBANOS DO RIO DE JANEIRO: PLANO AGACHE

      O Plano Agache foi a primeira proposta de intervenção urbanística na cidade do Rio de Janeiro com preocupações genuinamente modernas. Concluído em 1930, introduziu no cenário nacional algumas questões típicas da cidade industrial, tais como o planejamento do transporte de massas e do abastecimento de águas, a habitação operária e o crescimento das favelas. Além disso, com discussões emergentes que iam desde a necessidade de um zoneamento para a cidade até a delimitação de áreas verdes, ultrapassou os limites do Academicismo das intervenções predecessoras de Pereira Passos e Paulo de Frontin

       A proposta da revista Pilares da História é discutir a construção da História da Baixada Fluminense sobre pilotis. Mais ou menos como se esses pilotis fossem altares de uma perspectiva ou um olhar não necessariamente sacralizado, mas obrigatoriamente atento ao rigor da pesquisa
acadêmica, sustentada pelos seus artífices - os iguaçuanos e as hidras de Iguaçu. Trata-se assim de um espaço que se abre para a produção de conhecimento histórico e para estabelecer um diálogo entre essa área de conhecimento e outras disciplinas, partindo dos desafios da História Local e Regional.

       O Mapa de Cultura do Estado do Rio de Janeiro[1], um projeto da Secretaria de Estado de Cultura, também conhecido por Mapa de Cultura RJ, é um portal bilíngue na Internet, contendo informações, imagens e vídeos sobre as principais manifestações culturais do Estado do Rio de Janeiro. O portal é fruto de um amplo trabalho de campo: em 2011 e em 2013, caravanas formadas por jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas percorreram 15 mil quilômetros do território fluminense, em um esforço inédito de catalogação para registrar as mais importantes atividades culturais em diversas áreas, como espaços culturais, festas tradicionais e festivais de cultura, patrimônio material e imaterial, além de artistas, personagens e grupos de destaque em todo o estado.

GRUPO DE PESQUISA HISTÓRIA DE SÃO GONÇALO: MEMÓRIA E IDENTIDADE (UERJ - FFP)

       Portal de divulgação da linha de pesquisa "História de São Gonçalo: Memória e Identidade" objetiva investigar as experiências dos que viveram, e vivem, nessa municipalidade. Em diálogo com as produções da microhistória, elegemos a sociedade gonçalense, em seus recortes espaciais e cronológicas para nossas pesquisas. Coordenado pelo Prof. Dr. Luís Resnik; Profª. Dra. Márcia de Almeida Gonçalves; Profª. Ms. Alix Pinheiro Seixas de Oliveira; Prof. Dr. Marcelo de Souza Magalhães. 

       A Biblioteca Carioca foi criada por inspiração do professor Afonso Carlos Marques dos Santos, quando diretor do Departamento de Documentação e Informação Cultural da Secretaria Municipal de Cultura, no ano 1986, com o lançamento do livro A era das demolições: habitações populares. Este projeto, responsável pela publicação de 44 livros, foi extinto em 2001, após ter prestado enorme contribuição aos estudos sobre a cidade, enriquecendo sobremaneira a literatura especializada sobre o Rio de Janeiro. Deste acervo bibliográfico constam teses de mestrado e doutorado sobre a história da cidade, um instrumento de pesquisa sobre Aforamentos, dois catálogos das obras de João do Rio e do fotógrafo Augusto Malta, duas obras de ficção, uma obra contendo fotografias sobre os protestos de 1968, além de livros de cronistas que tomaram o Rio de Janeiro como tema ou cenário de suas criações. Cumpre acrescentar que os títulos que compõem esta coleção ou foram premiados no Concurso Carioca de Monografias ou indicados pelo seu Conselho Editorial. Textos disponíveis em formato PDF.

              
       Finalizada a Biblioteca Carioca, houve um interregno de cerca de 1 ano, em que a iniciativa foi retomada, não mais pelo Departamento de Documentação e Informação Cultural, mas pela direção do Arquivo da Cidade. Isto porque a Biblioteca Carioca havia deixado uma lacuna muito grande e pesquisadores, estudantes e interessados nos temas referentes à cidade lamentaram a sua extinção, reivindicando o seu retorno. Foram, então publicadas com este selo 2 livros elaborados pela equipe da Gerência de Pesquisa do Arquivo da Cidade e 3 obras que constituem teses de doutoramento e dissertação de mestrado. Arquivos disponíveis em formato PDF.

       Augusto Malta foi o primeiro fotógrafo da administração municipal, contratado pelo prefeito Pereira Passos para captar as imagens dos imóveis que seriam derrubados para as obras de urbanização do Rio de Janeiro, iniciadas em 1903. Sua sensibilidade de artista levou-o a fotografar inúmeros outros acontecimentos, proporcionando um painel fidedigno do Rio Antigo, entre 1903 e 1937. As imagens captadas por Malta, pertencentes do acervo do Arquivo da Cidade e ao Museu da Cidade, estão disponíveis para consulta on-line.

      Uma parte das obras de autores campistas pode ser consultada on-line na Biblioteca Campistana da Câmara Municipal de Campos dos Goytacazes. O acervo disponível contém 316 obras, de 61 autores.

       O Instituto Estadual do Patrimônio Cultural - Inepac, criado em 1975, é o herdeiro direto da Divisão do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Guanabara - DPHA, criada por decreto em 1963 (primeiro órgão de preservação do patrimônio cultural, em nível estadual). O Instituto dedica-se à preservação do patrimônio cultural do Estado do Rio de Janeiro, elaborando estudos, fiscalizando e vistoriando obras e bens tombados, emitindo pareceres técnicos, pesquisando, catalogando, inventariando e efetuando tombamentos.

      O Arquivo da cidade do Rio de Janeiro, atende as demandas da cidade e do próprio estado na tomada de decisões político-administrativas. Igualmente precisam satisfazer aos cidadãos em busca de provas para defesa de seus direitos. Além, é claro, de facilitar o acesso às informações, auxiliar na produção de conhecimento acadêmico. É constituído como condição primeira de registros das ações administrativas do Estado ou do Poder Público. Assim, lhes servem de elementos de prova e informação na comprovação de direitos. Cumprindo sua missão institucional ou legal.

      Câmara Municipal de Niterói é o órgão legislativo do município de Niterói. Instituída em 11 de agosto de 1819, é atualmente composta por 21 vereadores. Está instalado onde outrora funcionava entre 1917 a 1975 o palácio da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, compondo o conjunto arquitetônico cívico-cultural da Praça da República no Centro de Niterói, ex-capital do estado do Rio de Janeiro. Foi projetada pelo arquiteto Heitor de Melo e construída pelo arquiteto Pedro Campofiorito. Além do grande valor histórico e estético, o prédio abriga o arquivo público e exposições.