Coleções do Centro de Memória Fluminense (Comodato)

Coleção Carlos Mônaco

     Foi a primeira coleção do Centro de Memória Fluminense. Reúne material de grande importância para a pesquisa não só da cidade de Niterói, como dos demais municípios fluminenses. Vale considerar o grande número de obras autografadas, com dedicatórias, primeiras edições e edições comemorativas e especiais com exemplares numerados, além da incidência de anotações manuscritas em alguns volumes. Nota-se ainda a reunião de partes de várias outras coleções particulares nessa coleção maior, como por exemplo, as coleções que pertenceram a Abeylard Pereira Gomes, Jacy Pacheco, Júlio Xavier de Figueiredo,Latour Arueira e outros.

O acervo iconográfico entre fotografias e cartões-postais foram identificadas pelo historiador
Prof. Cesar Augusto Ornellas Ramos. Encontra-se organizado em três séries:

Série Divaldo de Aguiar Lopes
     Entre fotografias e cartões-postais, preto e branco, em tamanhos diversos, com anotações manuscritas, à tinta, no verso. Tratam-se de imagens alusivas a Niterói, a maior parte delas referentes às décadas de 40 e 50.

Série Júlio Xavier de Figueiredo
     Reproduções fotográficas, preto e branco, em sua maioria no tamanho 24 x 30 cm, com anotações manuscritas, à tinta, no verso. Trata-se de coleção de fotos, reproduzidas de vários livros, que foram utilizadas para ilustrar coluna “Nictheroy de ontem”, que Júlio Xavier de Figueiredo manteve no Jornal de Icaraí nos anos de 1979 e 1980.

Série Rio de Janeiro
     Reproduções fotográficas de vistas estereoscópicas, preto e branco, no tamanho 14x14 cm. As fotos encontram-se emolduradas, atingindo as dimensões de 25x18 cm. São todas imagens da cidade do Rio de Janeiro em 1908, com uma longa série representativa dos Pavilhões montados na cidade para a grande Exposição Nacional ocorrida naquele ano. Situação da coleção: Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.

Coleção Cenáculo Fluminense de História e Letras / Nemécio Calazans
     A coleção chegou ao Centro de Memória em dezembro de 2009. Seu acervo compõe de livros, apostilas e folhetos, fita de vídeo, periódicos, manuscritos, diplomas e correspondências, a maior parte publicações de autoria e/ou sobre os cenaculistas, foi ocorrida pelo escritor Nemécio Calazans, que presidiu o Cenáculo Fluminense de História e Letras por mais de 20 anos. Situação da coleção: Pertence a Carlos Mônaco. Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.
Cadernos do Centro de Memória n° 14

Coleção Ayrton Pinto Ribeiro

     A coleção chegou ao Centro de Memória, através de entendimentos entre uma das filhas de Ayrton Pinto Ribeiro, a Profa. Eliana Bueno Ribeiro, da Universidade Federal Fluminense, e o bibliotecário João Carlos Gomes Ribeiro, em meados de 1997. Prioritariamente voltada para a história fluminense, revela também os outros grandes interesses do seu titular: o futebol, a Guerra do Paraguai e as biografias de personagens
históricos. Situação da coleção: Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.

Coleção Emílio Eigenheer

     O Prof. Emílio Maciel Eigenheer foi o responsável pela implantação, em 1985, do Programa de Coleta Seletiva de Lixo do bairro de São Francisco, o primeiro projeto de coleta seletiva do Brasil, que coordena até hoje, tornando-se referência no assunto. Criou na UFF, em
1991, o Centro de Informações sobre Resíduos. A coleção que leva o seu nome vem sendo reunida graças ao resgate de materiais de interesse
para a história fluminense realizado pelo Programa de Coleta Seletiva, que encaminha para o Centro de Memória os materiais pertinentes.
Também em constante crescimento, retratando Niterói, a cidade do Rio de Janeiro e outros municípios fluminenses, em diversas épocas.
Situação da coleção: Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.
Cadernos do Centro de Memória n° 11

Coleção Lourenço de Araújo

    A coleção chegou em dezembro de 2008, e integra a Coleção Emílio Eigenheer. Reúne o material guardado pelos irmãos escritores Lourenço, Torquata, Lourença e Thiaga, e de Américo Lopes Fontoura, marido de Torquata. Trata-se de livros, periódicos, correspondências, recortes de jornais, manuscritos, fotografias, documentos pessoais e diplomas, amealhados ao logo de quase nove décadas, e que testemunham não só a história de suas vidas, como mostram aspectos da trajetória intelectual e literária da cidade de Niterói, passando pelo Café Paris e pelo Cenáculo Fluminense de Letras.
Situação da coleção: Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.

Coleção Nelson Pereira Rebel

     A coleção chegou ao Centro de Memória em agosto de 2009, trazida por Sandro Pereira Rebel, filho de Nelson Pereira Rebel. É composta por livros, álbuns datilografados reunindo palestras e discursos, esboço datilografado da Constituição Estadual de 1947, acompanhado dos suplementos especiais dos jornais Diário da Manhã (Rio de Janeiro) e a Tribuna (Niterói), 2 volumes intitulados “Prosas rebeldes”, com ensaios, artigos e críticas literárias, 2 volumes com recortes de jornais com noticiários da imprensa a seu respeito e atuação política, documentos diversos relativos a sua atividade parlamentar entre os anos de 1947 e 1950, correspondência pessoal que reúne cartas de proeminentes figuras intelectuais e políticas, fotografias avulsas e imagens.
Situação da coleção: Encontra-se sob a guarda do Centro de Memória Fluminense.
Cadernos do Centro de Memória n° 15